Idiots/Dookies do meu Brasil, vocês leram excepcionalmente certo!
O Green Day, depois de algum tempo sumido (desde de o Demolicious, que consiste nas demos - as primeiras gravações - de várias músicas de álbuns aleatórios da banda) vai lançar o documentário "Heart Like A Hand Grenade" ("Coração Como Uma Granada de Mão", em tradução livre) em 15 de outubro, e o documentário consiste na produção toda do grande American Idiot, um dos álbuns mais famosos da banda. Fiquem com o trailer do documentário:
Ansiosos como eu? Espero que sim!
Até a próxima! ~Gabs
Teru Kurebayashi é uma colegial de 16 anos com uma forte e divertida personalidade que tira sempre as melhores notas da classe e se esforça para continuar no colégio onde é bolsista.
Teru vivia sozinha com seu irmão mais velho que veio a falecer, mas não sem antes designar um guardião para ela. Usando o celular que ganhou do irmão, Teru fala com o doce e amado Daisy, um grande amigo do irmão falecido que cuida de tudo que ela precisa e com quem conversa diariamente através de mensagens.
A estranha vida de Teru segue bem, até que ela se mete em uma confusão e termina se tornando escrava do zelador com cara de delinquente da escola, Tasuku Kurosaki. Dizer que Tasuku gosta de torturar a pobre Teru seria eufemismo, mas por trás dessa maldade sempre existem momentos em que ele mostra seu carinho pela garota.
Boatos sobre Daisy ser um hacker perigoso e malvado e sobre seu envolvimento com a jovem começam a circular pela escola chegando até os ouvidos de pessoas perigosas e assustadoras.
Tasuku Kurosaki pode ser assustador, grosseiro e malvado, porém, se torna o grande aliado de Teru na aventura em que ela acaba de entrar.
"Nesse mundo, o que eu mais temo é ela. E nesse mundo, eu a quero mais do que qualquer um"
Minha Opinião: Sabe o que é amor por uma obra? É o que eu senti na primeira página desse mangá, me apaixonei.
A autora Motomi Kyousuke gosta muito de escrever comédias românticas com personagens fortes e engraçadas, essa obra não foi exceção.
Teru é meio boba, mas sempre alegre e buscando fazer todos ao seu redor sorrir. O jeito atrapalhado da garota é o motivo de muitas cenas de humor e seu maior charme.
Kurosaki faz o tipo de delinquente juvenil que envelheceu, mas mantém sua alma rebelde. Muitas vezes ele age como irmão malvado e outras como o irmão mais velho protetor. É difícil não gostar dele já que consegue arrancar suspiros e risadas até mesmo quando está tentando deixar o leitor irritado.
Daisy é o sonho de toda garota: sensível, fofo, carinhoso e gentil. Ele cuida da Teru de forma anônima, sem pedir nada em troca e sem abusar da confiança que a jovem deposita nela. Os príncipes da Disney perdem para esse doce personagem.
Esse mangá traz romance e comédia nas medidas certas, mesclando em determinados momentos com mistério e até um pouco de suspense. Não é cansativo de ler, tampouco entediante.
Recomendo a leitura para todos que gostam de histórias fofas e bem-humoradas onde o mocinho parece um vilão.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANGÁ:
Autora:Motomi Kyousuke (gosta muito de usar pseudônimos em suas obras)
“ A morte dele havia deixado um vazio que Celeana não acreditava que um dia seria preenchido.”
Sinopse: Que Celeana Sardothian é a assassina mais carismática e perigosa todos já sabem, mas poucos conhecem a história de vida dessa personagem e os acontecimentos que a levaram a ser o que era em Trono de Vidro. O passado da campeã do Rei está prestes a ser desvendado.
A Lâmina da Assassina trás quatro histórias que nos apresentam a vida da assassina antes de ser enviada para Endovier.
“ Ao observar a capital, tinha a sensação alegre de que a capital a observava de volta.”
Já imaginou como seria vê-la lutando contra um pirata e toda a sua tripulação para libertar escravos? Em uma taverna procurando encrenca e sendo professora de uma garçonete que sonha em ser curandeira? Obrigada a aguentar o calor infernal do Deserto Vermelho e o treinamento pra lá de torturante do Mestre Mudo? E o melhor, ficou com a pulga atrás da orelha para conhecer mais sobre a noite em que Celeana perdeu seu grande amor e foi presa?
Se sua resposta foi sim para as perguntas acima, já passou da hora de ler esse livro. A melhor parte é conhecer melhor o tão famoso Sam Cortland, o assassino que vai roubar seu coração assim como roubou o de Celeana.
“ – Não tenho a menor ideia do que está falando, Sam Cortland.
- Que tipo de “perguntas” fez a ele?
[...]
- Perguntas educadas.
- Ah? Não achei que sabia o que educado queria dizer.”
Minha Opinião: Como Sarah J. Maas ousa brincar com meus sentimentos dessa forma?
O livro conta a história de Celeana antes de Endovier mostrando a vida da assassina quando era a herdeira de Arobynn e as aventuras que a levaram até o campo de escravos. Como sempre, Sarah consegue criar um laço de empatia entre o leitor e a personagem através da narração (juro que senti sede quando Celeana disse sentir sede!) o que torna a leitura mais agradável e cativante. Os contos são citados nos outros livros da série, como o roubo do cavalo astherion, libertação de escravos e o treinamento com o mestre mudo. Perfeito para quem assim como eu queria saber mais sobre essas histórias e todas têm aquele humor sarcástico que é característica da personagem. O lado ruim do livro é que mesmo conhecendo o final dele desde o início você ainda torce para que algo mude e a história termine de outra forma. Para alguns isso não é ruim, porém, para meu pobre coração de leitora que se apaixona com tanta facilidade é algo terrivelmente ruim. Quase um pecado!
Sam Cortland é, em minha humilde opinião, o melhor desse livro. Ver como era o primeiro amor da nossa amada assassina e a forma como eles interagiam (e como ele a protegia) tornam mais fortes os laços entre leitor e personagem.
Sarah J. Maas, desejo me casar com você.
Recomendo esse livro para todos que se apaixonaram por Celeana ou estão dispostos a abrir seus corações para a jovem assassina usar como lar.
“Meu nome é Vento. E Chuva, E Osso e Pó. Meu nome é um trecho de uma música da qual não se lembra inteira.”
Gabs aqui pra mais um #MusicMonday! E, dessa vez, com o álbum da Conquer Divide, que se chama Conquer Divide! (que só faltava terem uma música chamada Conquer Divide. Hahahahahaha!)
O debut (aka primeiro) álbum da banda apenas composta por garotas (sim, vocês leram certo, GAROTAS!) saiu e a Gabs está mais que feliz (porque falar de mim na terceira pessoa é tudo! Hahahahahahahaha!).
However, o álbum é composto por dez músicas, entre elas os singles "At War", "Eyes Wide Shut" e "Sink Your Teeth Into This", com participação do novo vocalista do Asking Alexandria, Denis Shaforostov. Foi lançado há um mês (sim, foi falha minha não ter mostrado antes), em 24 de julho, através do selo Artery Recordings.
Um ano atrás, a banda passou por mudanças. Suzy, que era a guitarra base e os gritos (ainda acho que "Eyes Wide Shut" e "At War" ficavam um pouco melhores nos gritos dela) saiu da banda e foi substituída por Janel (nos gritos) e por Izzy (guitarra base). A banda veio com tudo nesse debut album. Nunca a famosa rima "Sweet as sugar, cold as ice. Hurt me once, I'll kill you twice" ("Doce como açúcar, fria como gelo. Me machuque uma vez, eu vou te matar duas vezes", em tradução livre) foi tão bem empregada.
A vocalista, Kiarely, tem uma voz bastante doce aos ouvidos, assim como a bateria e os riffs das guitarras. A vocalista responsável pelos gritos, Janel, mostra a que veio sim, gutural médio e áspero, porém gélido de uma maneira muito boa. Mas, os dois primeiros singles ("At War", "Eyes Wide Shut") na voz da Suzy ficam melhores do que na voz dela, sendo profundamente sincera.
A nova formação da Conquer Divide
As letras estão carregadas de decepções amorosas e ressentimentos da mesma origem o que, incrivelmente, não as transforma em uma "Taylor Swift heavy metal". As músicas da Conquer Divide não têm indiretas tão explícitas quanto nas músicas da Taylor (desculpem a sinceridade, Swifties) e não falam apenas sobre relacionamentos (não sou muito fã da Taylor Swift mas talvez "Shake It Off" seja uma exceção). Falam sobre quem nos tornamos depois de passarmos por coisas difíceis, sobre guerras que travamos na vida. "Nightmares" e "At War" são exemplos (diga-se de passagem que me lembram muito de The Hunger Games - ambas as letras) e isso é uma coisa boa nessa banda, que é um metalcore feminino carregado de breakdowns, onde a baterista,Tamara, se torna maestrina por breves, porém arrepiantes, momentos.
Em resumo, esse álbum está excelente e, com certeza, entra 2015 perfeitamente, com toques de Of Mice And Men na fase "The Flood", Memphis May Fire na fase "Challenger" e Sleeping With Sirens.
Capa do álbum
Tracklist:
1- Sink Your Teeth Into This feat. Denis Shaforostov from Asking Alexandria 2- Self Destruct 3- Eyes Wide Shut 4- Nightmares 5- Lost 6- What's Left Inside 7- At War 8- Despicable You 9- Heavy Lies The Crown 10- Broken
Em negrito estão as músicas que eu recomendo! Agora, vejam os vídeos de "At War" e "Nightmares"!
"Nós duas vamos escolher como termina o nosso conto de fadas."
O povoado de Gavaldon é muito especial, a cada quatro anos duas crianças – uma boa e uma má –são levadas para a Escola do Bem e do Mal onde aprendem tudo que é necessário para que se tornem heróis ou vilões.
Isso já acontece há mais de dois séculos e nesse tempo os pais das crianças já criaram suas táticas para impedi-las de serem levadas pelo Diretor da Escola. Todas as crianças temem a possibilidade de ir para a Escola, menos uma.
Sophie sempre sonhou em ser levada para a Escola do Bem onde conheceria seu príncipe e teria seu felizes para sempre. A garota passeia pelo povoado com seu vestido cor-de-rosa entregando cosméticos e espelhos para que todos possam cuidar da sua aparência, de acordo com ela essa é a maior boa ação que se pode fazer para alguém. Para impressionar o Diretor ela até mesmo se tornou amiga da garota mais excluída da cidade.
Agatha só tem uma amiga e ela é seu oposto completo. Enquanto Sophie gosta de vestidos de princesas e sapatos de cristas, Agatha gosta de sua velha túnica preta e seus horrendos sapatos que são mais práticos e confortáveis do que bonitos. Ela não se conforma com a crença que todos têm no povoado de que as crianças sequestradas são personagens dos contos de fadas e abomina a ideia de que uma garota precisa de um príncipe para encontrar sua felicidade.
As coisas mudam quando as duas amigas são levadas pelo Diretor da Escola e precisam descobrir quem verdadeiramente são para encontrar um final feliz onde fiquem juntas.
Príncipes realmente são necessários nos finais felizes de contos de fadas?
“Durante todos esses anos, ela havia acreditado ser o que correspondia à sua aparência. Uma bruxa de coração escuro.
Nos corredores, porém, ela havia acreditado em algo diferente. Por um instante ela havia libertado seu coração, e deixado a luz entrar.”
Minha Opinião: É uma mistura de Harry Potter com contos de fadas.
A descrição que o autor faz sobre os cenários e cenas é perfeita, consegui imaginar tudo com perfeição e tinha uma boa noção sobre o que acontecia.
A criatividade do Soman é tanta que ele até mesmo criou aulas para enfatizar tudo aquilo que os heróis e os vilões deveriam saber para se tornarem bem sucedidos.
No início do livro, eu gostava da Sophie. Achava que a personalidade fútil dela era bem interessante, porém, após o sequestro ela se tornou insuportável para mim e queria entrar na história para dar um tapa na cara dela. Já a Agatha, que eu amei desde a primeira página, teve seus altos e baixos em meu coração.
Agatha seria um excelente príncipe de contos de fadas. Ela é leal, não é fresca e tem uma personalidade muito bonita mesmo com sua insegurança.
Os personagens secundários conseguem ser tão ou mais importantes que as protagonistas e, sinceramente, a galera da Escola do Mal supera muito os do Bem. Enquanto os alunos do Bem são metidos e cheios de frescuras, os do Mal são engraçados e não têm medo de esconder quem são mesmo com suas verrugas e deformações físicas.
O livro é recheado de cenas engraçadas e bem infanto-juvenil, lembrou bastante Harry Potter.
Gostei bastante dele, mesmo com seus momentos mais chatinhos, e estou ansiosa pelas continuações.
Recomendo esse livro para todos que sabem que o amor verdadeiro pode ser entre amigos e aqueles que querem descobrir isso.
INFORMAÇÕES SOBRE O LIVRO
Autor: Soman Chainani
Ano: 2014
Páginas: 352
Editora: Gutenberg
A Escola do Bem e do Mal - Um Mundo Sem Príncipes - The Last Ever After (até o momento sem tradução oficial para português)
Olá pessoas!, mais uma vez (demorei mas voltei) com a Review do mini álbum do debut da primeira sub unit do grupo VIXX: Com Jung Taekwoon (Leo) e Kim Woonshik (Ravi).
Quando ouvia noticia do debut deles (pode me chamar de biased) achei que ia ser perfeito, pois ia ter o contraste entre a voz angélica do Leo com a voz grossa e rouca do Ravi , o mistura entre o main vocal e o rapper, mas mesmo assim, o álbum superou minhas expectativas.
O álbum todo é trabalhado dentro do conceito (dito por Leo em uma entrevista) de Left and Right, com os opostos. E isso se vê durante o álbum todo.
Vou deixar o link do M/V de "Beautiful Liar" e espero que se interessem mais e procurem ter o álbum completo! (A fã louca tentando subir o bias na lista do iTunes hahahha)
link do m/v: https://www.youtube.com/watch?v=ZKTaIsFkCcY
A banda PVRIS, de Lowell, Massachusetts, nos Estados Unidos está decolando no mundo da música como foguete. Originalmente, o nome da banda era Paris, de fato, mas, por motivos de direitos autorais, tiveram que mudar o nome para PVRIS (que se pronuncia "paris", não se esqueçam).
A banda, formada por Lyndsey Gunnulfsen, Alex Babinski, Brad Griffin e Kyle Anthony no ano de 2012, foi um fragmento de uma banda local de metalcore chamada "Opperation Guillotine", que acabou no início de 2012 e deu lugar a banda PVRIS, que começou a fazer sucesso do fim de 2012 para o começo de 2013, quando Kyle Anthony deixou a banda.
No dia 26 de março de 2013, a banda lançou seu primeiro EP, com o mesmo nome da banda. Em 18 de junho de 2014, assinaram com a Rise Records (que também é gravadora de bandas como Of Mice and Men e Memphis May Fire, que já vieram ao Brasil. A gravadora foi recentemente comprada pela BMG Records) e lançaram seu primeiro álbum "White Noise" em 2014.
Da esquerda para direita: Brian MacDonald, Alex Babinski e Lyndsey Gunnulfsen (ou simplesmente Lynn Gunn).
*: A banda tem um baterista, apenas para as tours. O nome dele é Justin Nace. Ele ainda não é membro oficial do PVRIS.
Minha impressão: escutei o álbum "White Noise" e o EP "PVRIS" inteiros. O som tem uma pegada indie e alternativa. Me lembrou bastante do Paramore (não só pela formação da banda), LIGHTS (por usarem o teclado nas músicas e com a LIGHTS não é diferente) e um pouquinho de Fall Out Boy, na fase do "Save Rock And Roll", que é o álbum mais recente do FOB. A voz da Lynn Gunn: que voz maravilhosa! Fiquei encantada com a voz dela, porque ela consegue alcançar notas altas, mesmo com a voz fina e ela tem uma voz forte e marcante. Para mim, a voz dela é incomparável com qualquer outro cantor (pelo menos para mim). Amei o som deles e, sobre PVRIS no Brasil? Já quero.
Escolhi a música "Smoke" do álbum "White Noise", porque a voz da Lynn e o baixo bem insinuado, junto com a letra, arrepiam de cima a baixo. Do "White Noise", recomendo: "Smoke", "St. Patrick", "Fire" e "Eyelids". do EP "PVRIS", recomendo: o álbum acústico inteiro, que está no Soundcloud da banda.